14/06/2010

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13/05/2010

Quem foram os Presidentes?

Desde 1910 a 2010 muitos foram os principais responsáveis e representantes do nosso país. Começando por Manuel de Arriaga até ao Professor Aníbal Cavaco Silva por muitas transformações passou Portugal!

Governo Provisório da República (1910/1911)
Joaquim Teófilo Fernandes Braga


I República (1911/1926)


A República Velha
Manuel José de Arriaga
Joaquim Teófilo Braga
Bernardino Luís Machado Guimarães


A República Nova
Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais
Conselho de Ministros chefiado por Canto e Castro


A Nova República Velha (Restauração da República Velha)
João do Canto e Castro
António José de Almeida
Manuel Teixeira Gomes
Bernardino Luís Machado Guimarães


II República: Ditadura Militar (1926/1933) e o Estado Novo (1933/1974)


A Ditadura Militar
José Mendes Cabeçadas Júnior
Manuel de Oliveira Gomes da Costa


Estado Novo
António Óscar de Fragoso Carmona
António de Oliveira Salazar
Francisco Higino Craveiro Lopes
Américo de Deus Rodrigues Tomás


III República (1974/Actualidade)
Junta de Salvação Nacional
António Sebastião Ribeiro de Spínola
Francisco da Costa Gomes
António dos Santos Ramalho Eanes
Mário Alberto Nobre Lopes Soares
Jorge Fernando Branco de Sampaio
Aníbal António Cavaco Silva

18/03/2010

Caricaturas dos Presidentes da República

A Bandeira Portuguesa

No dia 19 de Junho de 1911, a Bandeira Nacional substituiu a Bandeira da Monarquia Liberal. A Bandeira Nacional é dividida na vertical com duas cores fundamentais: verde-escuro do lado esquerdo e vermelho à direita. O vermelho é a cor de força, coragem e alegria, que representa o sangue derramado pelos portugueses. O verde é a cor da esperança e do mar, foi escolhido em honra de uma batalha onde esta cor deu a vitória aos portugueses. Ao centro, sobre as duas cores, tem o Escudo das Armas Nacionais, e a Esfera Armilar Manuelina, em amarelo e estimulada de negro. Simboliza as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI. No meio o branco representa a paz; o Escudo lembra a defesa do território; as Quinas, a azul, representam as primeiras batalhas na conquista do País (diz-se que são os cinco reis mouros vencidos na Batalha de Ourique por D. Afonso Henriques); cada quina contém cinco pontos brancos que são as cinco chagas de Cristo que ajudou D. Afonso Henriques a vencer esta batalha; os sete castelos amarelos representam os castelos tornados aos mouros por D. Afonso III. A esfera armilar representa um símbolo que o Rei D. Manuel I escolheu para representar as descobertas marítimas.


A Implantação da República

Portugal foi, desde a sua origem, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia. No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país.
As vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema com presidente: uma república.
Os presidentes são eleitos por períodos de tempo mais curtos, e as suas decisões são controladas pelo governo.
A República foi proclamada dos Paços do Concelho (a Câmara Municipal) em Lisboa. A importância deste facto foi tal que se decidiu que essa data fosse um dia feriado.
O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi só presidente do Governo Provisório até às eleições, onde foi eleito o primeiro Presidente da República de Portugal, Manuel de Arriaga.
A implantação da República fez com que Portugal mudasse a sua bandeira e o seu hino para aqueles que temos actualmente e o nome da sua moeda para o escudo.

26/02/2010

A Crise e a Queda da Monarquia

Nos finais do século XIX havia uma crise política e económica excessivamente grave. Em todo o país notava-se o descontentamento A situação comercial portuguesa era fraca da população portuguesa contra o rei.
Os operários, os agricultores e outros trabalhadores ficavam cada vez mais pobres. A alta burguesia cada vez enriquecia mais com os lucros ganhos com a industria, a agricultura e comércio. O rei e a família real arruinavam o dinheiro do reino.
Os seguintes governos da monarquia não conseguiam melhorar as condições de vida do povo.
As fábricas importantes situavam-se no Norte (Porto) e no Centro Sul (Lisboa). Alguns bancos portugueses foram à falência e muitas empresas atravessaram graves crises económicas que agravou o descontentamento dos burgueses. Para pagar os juros aumentavam-se os impostos o que não agradava nada ao população. Os operários estavam permanentemente ameaçados de desemprego, baixos salários com muito trabalho e viviam em condições extremas de pobreza. Isto foi-se agravando e a revolução estourou.